sexta-feira, 1 de junho de 2018

MODALIDADES DE TRATAMENTO PARA INTERVENÇÃO PRECOCE

PRT


O que é Pivotal Response Training/ Tratamento baseado em respostas pivô
  • Seu principal pesquisador é Koegel;  
  • É um tratamento de intervenção comportamental que baseia-se na análise do comportamento aplicada (ABA);
  • Fornece uma diretriz para as competências pedagógicas e tem sido mais bem sucedido para habilidades de interação no jogo, linguagem e social em crianças com autismo ou deficiências graves.
  • Ensino naturalista em ambientes variados do cotidiano da criança, levando os pais e cuidadores a serem co-terapeutas, pois a intervenção ocorre, inclusive nos momentos de lazer da criança;
  • As escolhas da criança aumenta a aprendizagem;
  • Seu currículo é construído com base na educação geral das crianças típicas, para que as crianças respondam o dia todo e não somente fazendo atividades direcionadas;
  • Quando a criança atinge a idade pré- escolar, inclui-se além das estimulações das iniciativas verbais, atividades pré-acadêmicas, tais como: identificação das letras, pareamento de iguais e identificação de cores;
  • Todas as intervenções e adaptações feitas devem estar de acordo com o que foi combinado previamente com os pais.
  • Tende a contribuir para a generalização do uso de novos brinquedos, de novos adultos na brincadeira e manutenção do aumento do repertório de comportamentos e brincadeiras;

Objetivo do PRT:
  • Mover a criança para uma trajetória mais típica do desenvolvimento de outras áreas, quando estimuladas adequadamente;
  • Através das técnicas motivadoras aumentam as interações e as vocalizações espontâneas, além de fazer com que ocorra a generalização do comportamento em vários ambientes.

Participação dos pais na execução do tratamento:

Como já mencionado anteriormente é essencial a participação dos pais para que o programa de intervenção seja efetivo. Também participam do processo: professores, mediadores escolares, terapeutas, amigos do colégio e outras pessoas que de alguma forma mantém contato diário com a criança, recebendo o treinamento adequado.

No treinamento será focado:
  1.  Ganho de atenção pela criança;
  2.  Oferecer opções para manter a motivação da criança;
  3. Variar os brinquedos;
  4.  Modelar o comportamento social;
  5. Reforçar as tentativas;
  6. Incentivar as conversas;
  7.  Estender as conversas;
  8. Alternar turno;
  9. Narrar jogo
Quais são os Comportamentos Pivotais:
A) Motivação:
B) Responsividade a dicas variadas: 
C) Auto-cuidado
D) Autogestão
E) Interações sociais

Procedimentos Básicos do PRT:
 
Estruturando situações de aprendizagem:
OBS: As oportunidades da criança responder devem sempre partir das respostas não instruídas, o que é chamada de resposta espontânea. Devem ser sempre encorajadas essas respostas e reforçadas imediatamente. 

Ponto 1: Pergunta/instrução/oportunidade deve ser clara, adequada a tarefa e sem interrupção, sempre com a atenção da criança para a situação.
Quando  ela estiver atenta, o terapeuta deve dar uma instrução para que a criança faça naquele momento.

Ponto 2: As tarefas de manutenção (tarefas que a criança já executa) devem ser intercaladas com a aquisição de novas tarefas.
É importante intercalar, pois permite que a criança, consistentemente, acrescente ao seu repertório comportamental novas tarefas enquanto está motivada.

Ponto 3: Em grande medida, as tarefas devem ser escolhidas pela criança.
Permite que ela tenha papel de escolha da tarefa ou tópico de conversação na interação de aprendizagem, faz com que a criança tenha seu desejo satisfeito e aprenda que sua linguagem e comunicação pode causar mudanças agradáveis no seu ambiente.
Trocando a vez: envolve receber interação entre a criança e o terapeuta que acontece enquanto eles estão envolvidos em uma atividade que a criança tenha escolhido. 

Ponto 4: A instrução/questão deve incluir vários componentes.
Estruturar o ambiente de aprendizado de forma aumentar a responsividade da criança a múltiplas dicas. Ex. "triângulo azul, ao invés de só "azul".
Quando a criança é repetidas vezes exposta a esse tipo de instrução, aprende a ser mais responsiva. Esse aumento na responsividade parece ser extremamente importante para a habilidade de dicas presentes diariamente em todos os ambientes de aprendizagem.

Resposta ao Comportamento da criança às respostas e instruções

Ponto 5: Reforço deve ser contingente ao comportamento.
Nunca espere antes de fornecer a consequência, nunca reforce uma resposta incorreta e nunca deixe de reforçar uma resposta correta ou sua tentativa. Deve ser claro para a criança que a sua resposta depende do comportamento dela.

Ponto 6: Qualquer tentativa-alvo para responder à pergunta ou oportunidade deve ser reforçada.
Crianças autistas podem melhorar significativamente se recompensadas por qualquer tentativa razoável de responder, mesmo que a resposta não for completa. Porém, a resposta deve esta ligada à tarefa, e deve ser emitida com um grau razoável de esforço.

Ponto 7: O reforçador deve ter relação específica com o comportamento desejado.
O tipo de reforço dado é extremamente importante. Todos os reforços devem ter um relacionamento direto com o comportamento desejado. O reforço deve ser uma consequência natural para o comportamento.   

Referências:
Salviano, Carolina de Figueiredo. Dissertação de mestrado.  PUC-RJ. Março, 2014.
Site: carolinasalviano.com.br. Acesso em 31/05/2017.
Koegel, Robert. L.; Schreffirnam, Laura; Good, Amy; Cerniglia, Laurie; Murphy, Clodagh; Koegel, Lynn Kern. How to teach pivotal behaviors to childrem whith autism: A training manual. Como ensinar comportamentos pivotais a crianças com autismo: manual de treinamento.


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

SÍNDROME DE RETT: PROPOSTAS INCLUSIVAS

Proposta INCLUSIVA na Educação Infantil.

Promover a Estimulação Sensorial!
É fundamental que sejam estimulados o mais precocemente possível, para desenvolver suas potencialidades. Através da estimulação sensorial é possível aprimorar as funções intelectuais, como as ligadas à percepção, memória, aprendizagem, linguagem, pensamento e funções motoras, desde que devidamente estimuladas.
  • As atividades devem ter sempre um caráter lúdico, com materiais atrativos para a criança.

  • Proporcionar estímulos que ressaltem os sentidos: audição, visão, olfato e paladar, além de despertar habilidades atencionais, psicomotoras e proprioceptivas, através da música, expressão corporal e facial, materiais táteis acompanhados de estímulos visuais e auditivos.

  • A apresentação das atividades deve começar com a mais simples para ir gradualmente acercando-se da mais complexa e não devem apresentar com a mesma seqüência para evitar a automatização (condicionamento) das mesmas.

  • Ressaltando que a aquisição de habilidades pode ocorrer de forma rápida durante algum período e durante outros de forma mais lenta.


Importante considerar:

  • Iniciar a estimulação com a criança e sua família o mais precocemente possível;

  • O caráter multidisciplinar do tratamento da criança é fundamental;

  • Deve-se levar em conta a individualidade da criança, ainda que todas as crianças afetadas tenham o mesmo diagnóstico, não há duas crianças iguais, cada uma é geneticamente diferente das outras, tem diferentes meios familiares e sociais que os tornam diferentes uns dos outros;

  • Não devemos esquecer que antes de tudo é uma criança e que se desenvolverá segundo suas possibilidades;

  • As atividades propostas devem visar, ajudar as famílias e promover autonomia e independência aos casos atendidos.

    Proposta INCLUSIVA no ensino fundamental.

    Devemos levar em consideração que cada caso é único, com comportamentos, necessidades e comorbidades diferentes. Portanto o mais importante é solicitar a presença da família para obter maiores informações sobre o processo terapêutico, medicamentoso, características mais específicas, focos de interesse, dificuldades e habilidades.
    Pois, desta forma em conjunto com a escola, família e profissionais que acompanham o caso, será possível direcionar um trabalho condizente as necessidades educativas especiais de cada criança, respeitando o seu ritmo de desenvolvimento, suas habilidades sociais, atencionais, comportamentais e intelectuais.
    Além de considerarmos a importância do acolhimento com a criança, de preparar os demais alunos para lidar com respeito ao se deparar com as diversidades comportamentais.
    Oferecer as mesmas oportunidades, mas respeitando as habilidades e dificuldades, de maneira individualizada, pois todos são capazes de aprender, então temos que priorizar a EQUIDADE.
    Elaborar uma adaptação curricular, acompanhada de avaliação adaptada condizente as necessidades educativas especiais de cada educando, pois os casos com essa síndrome apresentam uma SINGULARIDADE muito diversificada ao que se refere as dificuldades de aprendizagem, comprometimento intelectual, casos a parte acompanhados de comorbidades.

    ESTRATÉGIAS BÁSICAS IMPORTANTES:

  • APLICAR periodicamente ( bimestralmente ou trimestralmente ) AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA COMPLETA, composta por sondagem da escrita, sondagem da leitura, sondagem textual, sondagem do raciocínio lógico matemático e sondagem psicomotora. Pois, desta forma o professor poderá acompanhar o avanço na aprendizagem e propor estratégias adequadas.
  • Proporcionar MEDIADOR ESCOLAR.
  • Após cada avaliação diagnóstica é de suma importância rever o PEI – Plano educacional Individualizado, visando atender com mais qualidade as necessidades de cada educando!


    Promover constantemente intervenções pedagógicas significativas!

     

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

A importância da inteligência Emocional no mundo terapêutico

" Se quiser ter dias felizes você precisará cuidar dos seus pensamentos e da qualidade de suas emoções."
                                Augusto Cury

Inteligência emocional é um conceito relacionado com a chamada "inteligência social", presente na psicologia e criado pelo psicólogo estadunidense Daniel Goleman. Um indivíduo emocionalmente inteligente é aquele que consegue identificar as suas emoções com mais facilidade.
Uma das grandes vantagens das pessoas com inteligência emocional é a capacidade de se automotivar e seguir em frente, mesmo diante de frustrações e desilusões.
Entre as características da inteligência emocional está a capacidade de controlar impulsos, canalizar emoções para situações adequadas, praticar a gratidão e motivar as pessoas, além de outras qualidades que possam ajudar a encorajar outros indivíduos.
De acordo com Goleman, a inteligência emocional pode ser subdivida em cinco habilidades específicas:
  • Autoconhecimento emocional
  • Controle emocional
  • Automotivação
  • Empatia
  • Desenvolver relacionamentos interpessoais (habilidades sociais)
O "controle" das emoções e sentimentos, com o intuito de conseguir atingir algum objetivo, atualmente, pode ser considerado com um dos principais trunfos para o sucesso pessoal e profissional. Por exemplo, uma pessoa que consegue se concentrar no trabalho e finalizar todas as suas tarefas e obrigações, mesmo se sentido triste, ansiosa ou aborrecida. 
A inteligência emocional, para grande parte dos estudiosos do comportamento humano, pode ser considerada mais importante do que a inteligência mental (o conhecido QI), para alcançar a satisfação em termos gerais. 
Saiba mais também sobre o significado de QI
As características que compõem a inteligência emocional são uma junção das inteligências Interpessoais e Intrapessoais, presentes na chamada Teoria das Inteligências Múltiplas, desenvolvida pelo psicólogo americano Howard Gardner.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Síndrome de Treacher Collins

Retratada em Extraordinário, filme de Stephen Chbosky, já em cartaz nos cinemas, é uma condição genética rara: afeta um a cada 50.000 bebês no mundo.

O que é?

Trata-se de uma malformação congênita, caracterizada por um conjunto de deformidades craniofaciais, como o achatamento dos ossos da face, queixo pequeno, pálpebras caídas, fissura no palato e ausência ou malformação das orelhas, que podem causar dificuldade para respirar, se alimentar, além de perda auditiva. No entanto, são diferentes graus de acometimento. Algumas crianças podem nascer com sinais menos profundos do que outras.

Diagnóstico?

O diagnóstico é definido logo depois do nascimento da criança, que já apresenta alguns sinais clínicos, como a dificuldade para respirar e mamar. De acordo com Cristiano Tonello, cirurgião craniofacial do Centrinho (Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da USP), em Bauru, o diagnóstico também pode ser feito no pré-natal através do ultrassom tridimensional. No entanto, na maioria dos casos, a síndrome só é descoberta após o nascimento.

Características?

“Com a mandíbula muito pequena e a malformação ou ausência das orelhas, além do comprometimento estético, a criança enfrenta problemas respiratórios, para se alimentar e a perda da audição, que são muito frequentes. As cirurgias normalmente começam dependendo da necessidade da criança, muitas já nascem com esses problemas e precisam de intervenções desde cedo, como a correção da fissura palatina (abertura no céu da boca), traqueostomia (abertura da traqueia para ajudar na respiração), a gastrostomia (sonda alimentar), e a reconstrução das orelhas, que muitas vezes é ausente”, explicou o médico. Nos primeiros anos de vida, as intervenções mais frequentes são aquelas que auxiliam na alimentação, respiração e fala da criança. Com os anos, a depender da severidade das anomalias, por volta dos 10 anos de idade, o paciente pode passar por cirurgias de harmonização da face, incluindo as orelhas, mandíbulas e a margem dos olhos. Em muitos casos, o paciente precisa utilizar aparelhos auditivos ou próteses implantáveis para recuperar a audição. No entanto, essas intervenções só são possíveis com a participação de uma equipe multidisciplinar, que avaliará os riscos para o crescimento da criança.
 

Riscos?

Existem três tipos de genes específicos que levam à malformação que, dependendo da dominância, podem aumentar a recorrência da síndrome nas gerações seguintes. Em casos isolados, quando o pai e a mãe não possuem as características, pode se tratar de uma mutação na formação do bebê. No entanto, a partir do primeiro caso na família, as próximas gerações têm 50% de risco de nascerem com a síndrome.

Exames?

Existem exames moleculares que conseguem identificar a partir do sequenciamento genético, a presença dos genes e sua dominância. Pelo Centro de Pesquisa sobre Genoma Humano da USP, o painel para doenças craniofaciais custa em torno de 2.990 reais. Devido ao alto custo do exame, os médicos do Centrinho, procuram trabalhar com o aconselhamento genético para tentar identificar uma possível recorrência.

 
 Tratamento?
O acompanhamento psicológico é muito importante para o paciente e para a família, que sofrem com a ansiedade, a pressão estética e resposta da sociedade, contato com os amigos, com a escola. Essas crianças tem sonhos e desejos como qualquer outra.
Cristiano Tonello, cirurgião do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da USP
“É um trabalho de suposições. Mas até ocorrer o primeiro nascimento de um filho com características mais proeminentes, a síndrome pode passar despercebida na família. Por isso, como parte da avaliação do caso, os próprios pais da criança precisam ser avaliados”, explicou Nancy Mizue Kokitsu Nakata, bióloga especialista em sindromologia, que compõe a equipe multidisciplinar do Centrinho.
No Centrinho, já foram avaliados cerca de 90 pacientes com a síndrome de Treacher Collins, com diferentes graus de acometimento. “Você começa a perceber a diferença de cada tipo ao observar os diferentes padrões de crânio”, disse Nancy. “Existe uma variabilidade clínica: a formação da face, das orelhas, das pálpebras tem diferentes graus de hipoplasia (malformação), com resquícios leves ou mais intensos.”

Acompanhamento constante!

A correção da fissura no palato é importante para o desenvolvimento da fala da criança, de acordo com Cristiano Tonello. No entanto, muito além das cirurgias, o grande diferencial do tratamento é o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, que inclui tratamentos odontológico, fonoaudiológico e psicológico.
“A própria síndrome demanda um acompanhamento constante. Do geneticista até o cirurgião, a gente acaba tendo uma relação muito próxima com o paciente, conhecendo cada indivíduo e cada caso devido a frequência com que visitam a clínica.”

Curiosidade: O filme.

Extraordinário, dirigido por Stephen Chbosky, gira em torno de Auggie Pullman (Jacob Tremblay, conhecido pela sua atuação em O Quarto de Jack), um menino de 10 anos, que começa a frequentar a escola na quinta série e passa a sofrer preconceito por causa de sua aparência física, consequência da síndrome. O filme, adaptação do best-seller da escritora americana R. J. Palacio, e que já está em cartaz nos cinemas, aborda as emoções e dificuldades da vida além da doença.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Projeto de lei sobre TDAH e Dislexia

 O Projeto de Lei 7.081/10 específico para TDAH e Dislexia, inicialmente apresentado pelo ex-senador Gerson Camata – PMDB/ES em 2010, foi elaborado em conjunto com a ABDA – Associação Brasileira de Déficit de Atenção. Nos últimos 7 anos, a presidente da Associação, Iane Kestelman, tem acompanhado de perto a tramitação do projeto, lutando e se dedicando para conscientizar os membros das várias comissões necessárias para sua aprovação.







/http://tdahdescomplicado.com/tudo-sobre-lei-especifica-para-tdah/
As Inteligências Múltiplas

A) Linguística: Os componentes centrais desta inteligência são uma sensibilidade para sons, ritmos e significados das palavras, além de uma especial percepção das diferentes funções da linguagem. É a habilidade para convencer, agradar, estimular ou transmitir ideias. É a característica predominante nos linguistas e poetas.

B)  Lógico-Matemática: Sensibilidade para padrões, ordem, e sistematização. É a habilidade para explorar relações, categorias e padrões por meio da manipulação de objetos ou símbolos e para experimentar de forma controlada, para lidar com séries de raciocínios, para reconhecer problemas e resolvê-los. É a característica predominante nos matemáticos e cientistas. 

C) Visuo-espacial : capacidade de perceber o mundo visual e espacial de forma precisa. É a habilidade para manipular formas e objetos mentalmente e, a partir das percepções iniciais, criar tensão, equilíbrio e composição, numa representação visual ou espacial. É a característica predominante nos artistas plásticos, engenheiros e arquitetos.

D) Cinestésica:  Habilidade para resolver problemas ou criar produtos por meio ou uso de parte ou todo o corpo. Habilidade para utilizar a coordenação grossa ou fina em esportes, artes cênicas ou plásticas, no controle dos movimentos do corpo e na manipulação grossa ou fina com destreza. Predominante em atletas, atores e pintores.

E) Musical: Habilidade para apreciar, compor ou reproduzir uma peça musical. Inclui discriminação de sons, habilidade para perceber temas musicais, sensibilidade para ritmos, texturas e timbre e habilidade para reproduzir ou produzir música. Predominantemente em musicistas.

F) Interpessoal: Habilidade para entender e responder adequadamente a humores, temperamentos, motivações e desejos de outras pessoas. Predomina em psicoterapeutas e professores.

G) Intrapessoal: Habilidade para ter acesso aos próprios sentimentos, sonhos e ideias, para discriminá-los e lançar mão deles na solução de problemas pessoais. Só é observável por meio dos sistemas simbólicos das outras, ou seja, por meio de manifestações linguísticas, musicais ou cinestésicas. 

H) Naturalista: Capacidade para reconhecer e classificar as espécies e os organismos do ambiente, inclusive domesticando e interagindo com eles. Relaciona-se com a necessidade de educação ambiental e educação ecológica.


Bem vindos ao Blog Papo sobre Psicopedagogia.
O objetivo desse blog é trazer informações referentes à Psicopedagogia, neurociência, entre outros assuntos pertinentes.
Teremos também materiais para leitura e estudo, tantos redigidos por mim ou de fontes relevantes da internet. 
Sigam o Blog e se mantenham atualizados sobre o que acontece no mundo da Psicopedagogia.
Abraços.
Rafaele Calassara