A importância da inteligência Emocional no mundo terapêutico
" Se quiser ter dias felizes você precisará cuidar dos seus pensamentos e da qualidade de suas emoções."
Augusto Cury
Inteligência emocional é um conceito relacionado com a chamada "inteligência social", presente na psicologia e criado pelo psicólogo estadunidense Daniel Goleman. Um indivíduo emocionalmente inteligente é aquele que consegue identificar as suas emoções com mais facilidade.
Uma
das grandes vantagens das pessoas com inteligência emocional é a
capacidade de se automotivar e seguir em frente, mesmo diante de
frustrações e desilusões.
Entre as características da inteligência
emocional está a capacidade de controlar impulsos, canalizar emoções
para situações adequadas, praticar a gratidão e motivar as pessoas, além
de outras qualidades que possam ajudar a encorajar outros indivíduos.
De acordo com Goleman, a inteligência emocional pode ser subdivida em cinco habilidades específicas:
- Autoconhecimento emocional
- Controle emocional
- Automotivação
- Empatia
- Desenvolver relacionamentos interpessoais (habilidades sociais)
O
"controle" das emoções e sentimentos, com o intuito de conseguir
atingir algum objetivo, atualmente, pode ser considerado com um dos
principais trunfos para o sucesso pessoal e profissional. Por exemplo,
uma pessoa que consegue se concentrar no trabalho e finalizar todas as
suas tarefas e obrigações, mesmo se sentido triste, ansiosa ou
aborrecida.
A inteligência emocional, para grande parte dos
estudiosos do comportamento humano, pode ser considerada mais importante
do que a inteligência mental (o conhecido QI), para alcançar a satisfação em termos gerais.
Saiba mais também sobre o significado de QI.
As
características que compõem a inteligência emocional são uma junção das
inteligências Interpessoais e Intrapessoais, presentes na chamada Teoria das Inteligências Múltiplas, desenvolvida pelo psicólogo americano Howard Gardner.