sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

SÍNDROME DE RETT: PROPOSTAS INCLUSIVAS

Proposta INCLUSIVA na Educação Infantil.

Promover a Estimulação Sensorial!
É fundamental que sejam estimulados o mais precocemente possível, para desenvolver suas potencialidades. Através da estimulação sensorial é possível aprimorar as funções intelectuais, como as ligadas à percepção, memória, aprendizagem, linguagem, pensamento e funções motoras, desde que devidamente estimuladas.
  • As atividades devem ter sempre um caráter lúdico, com materiais atrativos para a criança.

  • Proporcionar estímulos que ressaltem os sentidos: audição, visão, olfato e paladar, além de despertar habilidades atencionais, psicomotoras e proprioceptivas, através da música, expressão corporal e facial, materiais táteis acompanhados de estímulos visuais e auditivos.

  • A apresentação das atividades deve começar com a mais simples para ir gradualmente acercando-se da mais complexa e não devem apresentar com a mesma seqüência para evitar a automatização (condicionamento) das mesmas.

  • Ressaltando que a aquisição de habilidades pode ocorrer de forma rápida durante algum período e durante outros de forma mais lenta.


Importante considerar:

  • Iniciar a estimulação com a criança e sua família o mais precocemente possível;

  • O caráter multidisciplinar do tratamento da criança é fundamental;

  • Deve-se levar em conta a individualidade da criança, ainda que todas as crianças afetadas tenham o mesmo diagnóstico, não há duas crianças iguais, cada uma é geneticamente diferente das outras, tem diferentes meios familiares e sociais que os tornam diferentes uns dos outros;

  • Não devemos esquecer que antes de tudo é uma criança e que se desenvolverá segundo suas possibilidades;

  • As atividades propostas devem visar, ajudar as famílias e promover autonomia e independência aos casos atendidos.

    Proposta INCLUSIVA no ensino fundamental.

    Devemos levar em consideração que cada caso é único, com comportamentos, necessidades e comorbidades diferentes. Portanto o mais importante é solicitar a presença da família para obter maiores informações sobre o processo terapêutico, medicamentoso, características mais específicas, focos de interesse, dificuldades e habilidades.
    Pois, desta forma em conjunto com a escola, família e profissionais que acompanham o caso, será possível direcionar um trabalho condizente as necessidades educativas especiais de cada criança, respeitando o seu ritmo de desenvolvimento, suas habilidades sociais, atencionais, comportamentais e intelectuais.
    Além de considerarmos a importância do acolhimento com a criança, de preparar os demais alunos para lidar com respeito ao se deparar com as diversidades comportamentais.
    Oferecer as mesmas oportunidades, mas respeitando as habilidades e dificuldades, de maneira individualizada, pois todos são capazes de aprender, então temos que priorizar a EQUIDADE.
    Elaborar uma adaptação curricular, acompanhada de avaliação adaptada condizente as necessidades educativas especiais de cada educando, pois os casos com essa síndrome apresentam uma SINGULARIDADE muito diversificada ao que se refere as dificuldades de aprendizagem, comprometimento intelectual, casos a parte acompanhados de comorbidades.

    ESTRATÉGIAS BÁSICAS IMPORTANTES:

  • APLICAR periodicamente ( bimestralmente ou trimestralmente ) AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA COMPLETA, composta por sondagem da escrita, sondagem da leitura, sondagem textual, sondagem do raciocínio lógico matemático e sondagem psicomotora. Pois, desta forma o professor poderá acompanhar o avanço na aprendizagem e propor estratégias adequadas.
  • Proporcionar MEDIADOR ESCOLAR.
  • Após cada avaliação diagnóstica é de suma importância rever o PEI – Plano educacional Individualizado, visando atender com mais qualidade as necessidades de cada educando!


    Promover constantemente intervenções pedagógicas significativas!

     

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